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INSTRUÇÕES

 
PARA AUTORES

O AIRO publica artigos em Inglês ou Português, embora se aconselhe o Inglês como língua preferencial. O título, resumo e legendas das figuras e tabelas devem estar em Inglês e Português. A comissão editorial reserva-se o direito de solicitar aos autores de artigos em língua portuguesa que os traduzam para inglês.

 

Os trabalhos deverão ser devolvidos dentro do prazo fixo pela Comissão Editorial. Antes de ser publicado online, os autores receberão provas do artigo. Nesta fase só serão aceites correções tipográficas. 

 
TIPOS DE ARTIGOS

ARTIGOS STANDARD

Os textos devem conter as seguintes secções: Título, Resumo, Introdução, Métodos, Resultados, Discussão, Agradecimentos, Referências, Tabelas, Legendas para figuras e Figuras. Os manuscritos devem ser enviados em software de processador de texto (Word), páginas A4, a espaço duplo e com margens laterais amplas. As páginas e as linhas devem ser numeradas consecutivamente. No total, e salvo alguma excepção justificada, os manuscritos não devem ultrapassar as 10000 palavras.

 

NOTAS CURTAS

As “notas curtas” (short notes) deverão seguir o mesmo formato dos artigos mas ter um máximo de 3500 palavras incluindo o resumo, os agradecimentos, as referências bibliográficas e as legendas de tabelas e figuras.

 
 
ESTRUTURA E FORMATAÇÃO DOS ARTIGOS

PÁGINA DO TÍTULO

Deve incluir um título breve e conciso no topo da página, seguido dos autores e respetivas afiliações e e-mail do autor de correspondência. Deve incluir ainda um título abreviado (máximo 15 palavras). Ambos os títulos deverão ser apresentados em Português e Inglês.

 

RESUMO

Em Português e Inglês. Deve informar o leitor sobre o objeto de estudo, os métodos utilizados, os resultados obtidos e as conclusões. Deve ser o mais preciso possível, evitando o uso de frases de significado vago (Exemplo “os resultados foram discutidos”). Não deve exceder as 300 palavras.

 

PALAVRAS-CHAVE

O artigo deve incluir um máximo de 5 palavras-chave ordenadas alfabeticamente.

 

NOMENCLATURA

Os nomes comuns para as aves em português devem seguir a publicação Costa, H., A. Araújo, J.C. Farinha, M.C. Poças & A.M. Machado (2000) – Nomes Portugueses das Aves do Paleártico Ocidental, Assírio & Alvim, Lisboa, e em inglês uma obra estabelecida. Quando a espécie é mencionada pela primeira vez no texto principal e no resumo, devem ser referidos os nomes comuns e científicos. A mesma regra deve ser utilizada para outros animais e plantas, para os quais existam nomes comuns estabelecidos; caso contrário podem ser somente utilizados os nomes científicos. Os nomes vulgares devem ser iniciados por maiúsculas (por exemplo, Chapim-azul). Designações científicas do género e espécie devem ser escritas em itálico.

 

UNIDADES DE MEDIDA

De acordo com o Sistema Internacional de Unidades (SI).

 

ESTATÍSTICA

Devem ser incluídos os detalhes das análises estatísticas como sejam o tipo de teste, o valor da estatística de teste, probabilidade estatística associada ao resultado do teste, graus e de liberdade e tamanho da amostra. Todos os símbolos dos testes estatísticos devem ser indicados em itálico (                                    ). Os graus de liberdade devem ser indicados em subscripto junto ao símbolo do teste (exemplos:                       ).

 

AGRADECIMENTOS

Devem ser breves e com cortesia.

 

REFERÊNCIAS

Apenas as citadas no texto, ordenadas alfabeticamente e de acordo com os exemplos abaixo indicados. A referência a dados não publicados deve ser feita apenas no texto como “com. pess.” (“pers. comm”. em inglês).ou “dados não publicados” (“unpubl. data” em inglês). 

 

Artigos científicos:

Lourenço, P.M., Silva, A., Santos, C.D., Miranda, A.C., Granadeiro, J.P. & Palmeirim, J.M. 2008. The energetic importance of night foraging for waders wintering in a temperate estuary. Acta Oecologica 34: 122-129.

 

Costa, H., Santos, B., Leitão, D. & Catry, P. 1993. Contribuição para o conhecimento das populações de Tartaranhão-ruivo-dos paúis Circus aeruginosus nos estuários do Tejo e do Sado. Airo 4: 1-6.

 

Livros:

Bibby, C.J., Burgess, N.D. & Hill, D.A 1992. Bird Census Techniques. Academic Press, London.

 

 

Capítulos em livros e actas de encontros científicos:

Finlayson, J.C. 1998. The role of Iberian Peninsula in the Paleartic-African migration system: ecological, evolutionary, geographical and historical considerations at varying spatial and temporal scales. In: Costa, L.T., Costa, H., Araújo, M. & Silva, M. (eds) Simpósio sobre aves migradoras na Península Ibérica. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e Universidade de Évora, Évora, pp.33-40.

 

Teses:

Moreira, F. 1995. A utilização das zonas entre marés do estuário do Tejo por aves aquáticas e suas implicações para os fluxos de energia na teia trófica estuarina. Tese de Doutoramento. Universidade de Lisboa, Lisboa.

 

Citações: no texto as referências devem vir citadas de acordo com os seguintes exemplos: Lopes (1995), Lopes & Araújo (2000), Lopes et al. (2002), (Lopes 1995, Lopes & Araújo 2000, Lopes et al. 2002).

 

TABELAS

Utilize uma página por tabela com a legenda no início da tabela e quaisquer notas explicativas em baixo. Elabore tabelas simples que possam ser interpretadas sem referências ao texto principal. O desenho das tabelas pode ser consultado em volumes prévios do Airo. Utilize 0 para o valor zero e o símbolo – para um valor em falta. As legendas devem ser escritas em Português e inglês.

 

LEGENDAS DE FIGURAS

As legendas das figuras devem aparecer numa página própria, de forma sequencial. As legendas devem ser escritas em português e inglês.

 

FIGURAS

Utilize uma figura por página. O número da figura deve constar na parte superior da página. Elabore figuras simples que possam ser interpretadas sem referências ao texto principal. Aconselha-se a consulta de números prévios do Airo para verificar quais os símbolos e preenchimentos mais fáceis de reproduzir. A utilização de cores deve ser usada apenas quando necessária. As figuras finais deverão ser disponibilizadas também em formatos digitais comuns (Exemplos: tiff, jpg, eps). 

INFORMAÇÃO SUPLEMENTAR (Opcional)

Inclui anexos, figuras e tablelas relevantes que não foram incorporadas no manuscrito. Representa uma oportunidade extra de ilustrar e comprovar os resultados descritos no manuscrito. Toda a informação suplementar deve ser incluída num único documento Word, designado como “Informação_Suplementar”. Na primera página do docmento deverá constar o título do artigo (em Português e Inglês) e os nomes dos autores do trabalho. Os anexos, tabelas e figuras devem ser nomeados e numerados como “Anexo S1”, “Tabela S1”, “Figura S1”, etc, e devem seguir as mesmas regras delineadas para o manuscrito (incluindo uma legenda). Toda a informação suplementar deve ser referida no texto do manuscrito (por exemplo: “Informação Suplementar, Tabela S1”). 

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